A importância do monitoramento de CO2 em ambientes fechados

Gases

O excesso de CO2 (dióxido de carbono) é facilmente verificado em ambientes fechados sujeitos à climatização. A falta de cuidados com os padrões de qualidade do ar em ambientes climatizados ainda é uma realidade em muitas empresas, o que acaba trazendo consequências negativas à saúde de seus colaboradores, afetando os níveis de produtividade na organização.

A Síndrome do Edifício Doente (SED) foi reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 1982. Trata-se de um conjunto de doenças desencadeadas pela proliferação de microrganismos infecciosos e partículas químicas em prédios fechados. Geralmente, a enfermidade está relacionada a falhas no sistema de climatização.

O acúmulo de CO2 é uma das causas da Síndrome do Edifício Doente, pois em altas concentrações pode provocar sintomas como cansaço, fadiga, falta de concentração, irritação nos olhos, nariz e garganta e pele seca são experimentadas.

Além disto, a ventilação continua e o monitoramento permanente de dióxido de carbono (CO2) são aliados para a redução do contágio por COVID-19 ou outros vírus.

A ANVISA estabelece que a concentração máxima permitida de CO2 em um ambiente seja de até 1.000 ppm de CO2 no ar. Partindo desta informação, é necessária a utilização de detectores de gás CO2 para medir sua presença no ar respirado por todos em um ambiente fechado. Proteja seu ambiente e fique em segurança.